Escola de Inclusão - Programa de Desenvolvimento Estudantil

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Em 2015 a Escola de Inclusão começou a participar de maneira mais efetiva do Programa de Desenvolvimento Estudantil, oferecido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROAES).

Nesta edição contamos com a participação da bolsita PROAES Bárbara dos Santos Souza, graduanda do curso de Biblioteconomia da UFF. Sua contribuição não só foi efetiva como a sua dedicação chamou a atenção de todos os usuários da Escola de Inclusão. Durante o ano de 2015, Barbara demonstrou alto nível de interesse e comprometimento com a bolsa. Quando chegou a Escola de Inclusão para participar de um projeto voltado para a formação docente, a aluna encontrou o acervo de obras da Escola de Inclusão em caixas e sem qualquer tipo de identificação, o que impossibilitava as consultas por partes dos interessados em educação inclusiva e dos próprios alunos que frequentam o programa sistematicamente.

Com o empenho da Bárbara, aos poucos, fomos vendo os livros serem limpos, organizados, catalogados e arrumados nas estantes de parede. Uma vez disponibilizados nas estantes, eles já estão em condições de serem consultados. Ciente de que as obras são oriundas de um acervo particular, doado para os alunos da UFF, ele não possui número repetido que permitam o empréstimo das obras. Assim sendo, a catalogação feita em sistema online e off-line foi fundamental para que a qualquer hora, e qualquer um pudesse consultar se uma obra na área da educação inclusiva existe no acervo da Escola de Inclusão e se está librada para a consulta no local.

Ninguém melhor do que a própria Bárbara para falar do seu trabalho. O seu empenho levou a criação deste novo link no site da Escola de Inclusão e o seu Relatório de Atividades foi disponibilizado aqui, contendo a metodologia de pesquisa e de trabalho, assim como as fotos do acervo antes e depois de sua atuação. Bárbara também fez uma apresentação na Agenda Acadêmica da UFF, cujo arquivo apresentado pode ser encontrado aqui.

Sem dúvida, Barbara teve o melhor aproveitamento que a bolsa pode lhe oferecer. No final do primeiro semestre de 2015 o seu CR aumentou para 8,31. Quando conversamos, ainda em 2015, sobre as atividades que desenvolveria em 2016, ela me disse que gostaria de fazer um curso fora do País. Conversamos sobre o Ciência sem Fronteira e ela ficou de verificar as possibilidades. Agora que o ano novo já chegou, Bárbara revela: “Desejo fazer um curso fora, mas agora está mais difícil porque estou me formando e por isso meu percentual de carga horária ultrapassou os requisitos da bolsa. Pretendo fazer o curso de Arquivologia ou especialização ainda esse ano.” (Em 05/01/2016)

Ou seja, seu amor pelos estudos é visível, assim como seu compromisso com a formação é admirável. Espero poder continuar colaborando com a sua formação, mostrando-lhe outras áreas de conhecimento do Ensino através da Biblioteconomia e da Arquivologia. É uma alegria ver o crescimento de uma aluna quando a responsabilidade e o compromisso fazem parte do caráter do estudante. Parabéns e o nosso muito obrigada por tudo.

 

 
 

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